27 novembro, 2016

Verão de São Martinho a fingir 3

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Desenhos deste Verão na praia da Rocha, Portimão. A lembrar que o ano tem momentos bons, hoje que é Domingo :(
Boa semana.














16 novembro, 2016

Verão de São Martinho a fingir

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O Verão já foi, mas aqui estão alguns em atraso a lembrar esses bons tempos, agora que está bom tempo.






29 outubro, 2016

Castelo Branco

O passeio não foi bem por Castelo Branco. Circulámos por três aldeias, da mais para a menos habitada, mas penso que isto foi uma coincidência. O convite foi do Castelo de Artes. Levar os diários gráficos a outra paragens que não sejam os grandes centros urbanos, foi a proposta.


Partida de Santa Apolónia - o espírito de Edward Hooper habita neste desenho da sala de espera da gare.





Desenhos de Martim Branco, Ingarnal e Taberna Seca, a última uma aldeia quase fantasma. Não é o caso do vulto, o bem vivo Pedro Cabral. 








Vários desenhos de alguns acompanhantes. Os dois últimos têm um intervalo de minutos: uma sequência que presta homenagem ao nosso condutor e que mostra dois desenhadores que começam a ser afetados por um mal que atinge alguns homens :)




Ponte centenária sobre o rio Ocresa (ou Ocreza), onde este se junta com o rio Ribeira do Tripeiro.



O CCCB, centro cultural de Castelo Branco é um espaço por dentro e por fora muito bem conseguido e que deu polémica quando foi construído, mas que agora é ferreamente defendido pelos albicastrenses. Carlos Alves, mais conhecido como Carlos Zíngaro musicou uma performance bailada  por Maria Belo Costa. Curiosamente Zíngaro é também ilustrador e autor de BD.


Desenho de um ícone de todas as aldeias deste país - o café da terra.


Último desenho da série. O Regional da CP, que vem desde Castelo Branco até ao Entroncamento a lamber o Tejo. Uma viagem imperdível.
Obrigado ao Carlos Semedo e ao nosso anfitrião, e grande desenhador, Carlos Matos.

06 outubro, 2016

Porto. Ponto.

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Descobri, no encontro do Porto, que a cidade é agora uma marca. O Porto do "ar grave e sério" e do "timbre pardacento" já não existe... Não que não lhe tenha feito bem. Há 20 anos atrás, o Porto, especialmente a Ribeira e a Baixa, eram mesmo "pedras sujas e gastas" para continuar a citar o Veloso.
O outro lado da moeda é, como em Lisboa, a "Portolândia". Temos que nos habituar às hordas de turistas, como em qualquer outra (bonita) cidade europeia.


Desenho de pequena estátua de genero "Putti" nos Aliados. Escritas na vertical, as "cinco regras de ouro" enunciadas pelo Tiago Cruz que mais se utilizam na divulgação eletrónica do diário gráfico e que prolongam o mito de que o caderno é-um-suporte-que-como-não-é-para-ser-visto-posso-desenhar-de-qualquer-maneira-e-não-tenho-especial-cuidado-com-o-que-vai-sair.


Estátua equestre do escultor Barata Feyo, junto à Sé. Para variar, nenhuma das pernas dianteiras
estão dobradas.


Desenho de barco rabelo que não coube todo na mesma página, e cuja continuação não está totalmente certa.


 O Porto mesmo Porto, com recantos donde se entrevê a ponte D. Maria I.


Desenho algo inusitado da zona da Ribeira, que remete para uma tranquilidade completamente diferente da realidade daquele dia. Não dizem que o desenho é um grande mentiroso?


Foi o primeiro desenho que fiz no encontro, na zona da Sé. Metade dos turistas não aparecem.







26 setembro, 2016

Museus incomuns

Alguns dos melhores momentos que passei a desenhar aconteceram em museus. Apesar de alguns terem aderido à provinciana moda do "não se pode desenhar", dos restantes - mais de cinquenta em Lisboa - ainda há muito para explorar. O desenho abaixo foi feito há uns anos no Museu Nacional de Arqueologia. É, para mim, um desenho importante porque utilizei pela primeira vez o marcador preto de uma forma que, alguns dizem, é a minha imagem de marca.


Agora na 3ª edição do Alfabeto Lisboeta, dedicada a 26 Museus Incomuns, vou revelar "alguns dos melhores momentos que passei a desenhar", partilhando técnicas, abordagens, recursos e segredos de alguns museus menos conhecidos de Lisboa.
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Informações, inscrições e programa; linhares.mr@gmail.com

24 agosto, 2016

Nós e os Cadernos

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Em julho, o evento "Nós e os Cadernos", organizado pelo Tiago Cruz, juntou em Esposende alguns dos meus heróis do desenho. Embora o denominador comum tenham sido os diários gráficos, as palestras das duas noites extravasaram rapidamente o tema dos cadernos e falou-se de desenho, das vidas ligadas ao desenho e do desenho como ligação da vida.


No dia seguinte fomos a Vila Chã, Esposende, ao monte de São Lourenço onde existe um castro em recuperação através de várias intervenções arqueológicas. Situada 200 metros acima do nível do mar, a zona onde desenhamos era de cortar a respiração. Desenhei o Pedro Cabral antes de ter coragem de me atirar à linha do horizonte.


O castro é também um parque temático de um ambiente medieval, com tudo a que tem direito. Esta ave de rapina estava na "zona da caça" à espera de fazer o seu número. Vida dura.


No segundo dia, sessão de desenho livre por Fão. Não fomos à praia, conforme se pode ver nos desenhos.


Dois desenhos do quotidiano desse fim de semana, que são sempre os que mais gosto: o primeiro da Pousada da Juventude onde dormimos; o segundo da Casa da Juventude onde comemos. Tudo gente jovem, estes nove magníficos.


Finalmente desenhos do centro de Esposende, onde acabou o evento. Finalmente o Cávado.
Obrigado Tiago.
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